terça-feira, 19 de maio de 2015

Burning Fingers : Bloodborne - Parte 2

Como comentado semana passada a parte II desse maravilhoso jogo terá um foco na história. Então peguem seus toddynhos gelado, uma vitamina de leite com pera e um pacotinho de bolachinhas, sentem no sofa, que la vem história. OBS: TENTAREI NÃO DAR SPOOILERS PARA OS NOVOS JOGADORES, MAS LEIA POR SUA CONTA E RISCO.



Primeiramente devo comentar dos lugares principais onde a história se passa, Yharnam, Byrgenwerth e o Hunter's Dream (Sonho do Caçador). Depois continuaremos com o progresso que o seu personagem faz durante o jogo.


Yharnam

A antiga cidade estilo gótica possui suas ruas apertadas e gigantescas construções, com grades de metal negro e torres pontudas. Toda a cultura e arquitetura da cidade remete a um período, aproximadamente, do seculo XVIII e XIX. As roupas demonstram bem esse aspecto cultural marcante, com cartolas e jaquetas





Essa cidade possui uma particularidade, ela foi construida em cima de uma "cidade" subterranea, que terá um papel fundamental no enredo, chamada posteriormente de "The Tomb of the Gods" (A tumba dos deuses). Essa é a principal importancia de Yharnam, pois é agora que Byrgenwerth entra na parada.


Byrgewerth

Essa é a escola principal de Yharnam, a universidade construida depois da floresta. Com a descoberta da Tumba dos Deuses coube a ela desvendar seus segredos. Aqui que, mais tarde, irá surgi todos os problemas de Yharnam, pois os estudantes de Byrgewerth encontram, dentro da tumba, o Old Blood (Antigo Sangue).

As propriedades do Sangue Antigo logo foram sendo descobertas. Cura, força, agilidade, pericia; esses eram alguns dos atributos que os alunos estavam descobrindo, mas, como sempre, tem um porem. Master Willem era o grande professor encarregado dessas descobertas, mas ele descobre que o Sangue Antigo tinha seus perigos. Ele tenta acabar com qualquer pesquisa em cima disso e acaba por se isolar em Byrgewerth, mas seus esforços foram em vão.

Quando você matar a Vigario Amelia encontrará o esqueleto de uma criatura em cima do altar. Essa caveira irá desencadear uma cutscene no jogo, mostrando o dialogo entre Master Willem e Laurence.




Laurence é um dos discípulos de Willem, que discorda de seu professor. Ele quer continuar a investigar e aprofundar o Sangue. Assim ele rompe com o silencio de Byrgewerth, levando consigo outros que também discordavam de seu mestre, como Micolash, e funda a "Healing Church" (Igreja da Cura). A intenção de Laurence era voltar a explorar a Tumba dos Deuses e desvendar seus mistérios, mas, com isso, a igreja irá fugir de seus controle. A frase que retornará a cabeça dele será provida de seu antigo mestre : " Tema o Sangue Antigo".


Igreja da Cura


A igreja fundada por Laurence tem algumas informações confusas. A primeira é : como um professor de universidade funda uma igreja? Uma coisa não impede a outra, mas a forma como a religião enxerga o conhecimento é diferente do meio científico. Logo vem a minha interpretação : a Igreja fugiu do controle. Com a crescente fama de Yharnam e da Igreja, o que Laurence esperava ser um estudo virou um culto religioso. Os poderes de cura, milagrosos, do Sangue se espalharam-se por todo o lugar, isso fica claro através de vários personagens, incluindo o seu próprio, que foram pra Yharnam em busca de "salvação".


A Igreja possui três classes: O Coro, a Igreja da Cura e os caçadores de Negro.






Para testar as qualidades do Sangue Antigo é bem provável que a Igreja tenha disseminado essa substancia por toda a Antiga Yharnam. Como você no decorrer do jogo encontra um bairro, gigantesco, abandonado, infestado de feras, chamada Antiga Yharnam. É nesse meio de caos e infecção, que surgem os primeiros caçadores. Gerhman, o primeiro caçador lutou contra as feras na Antiga Yharnam, sendo ele e outros mais. Mas o que pode um homem simples contra as feras gigantescas que surgiam? Nesse momento Laurence vê até onde sua Igreja poderia chegar. Aliado com Gerhman ele usa um item de extremo poder chamado : 1/3 de Cordão Umbilical. Um pedaço de grande poder dos Antigos Deuses, sendo esse o pilar fundador do Sonho do Caçador. Nesse local os caçadores poderiam criar suas armas e aperfeiçoarem suas habilidades com os Ecos de Sangues extraído das criaturas. Ainda sim isso não solucionaria o problema, e ainda teve um efeito muito ruim. Ao entrar em contato com o Antigo Deus Espirito da Lua, Gerhman fica preso no Sonho do Caçador, sempre e eterno.

Com o Coro utilizando de outro 1/3 de Cordão Umbilical para se comunicar com os Deuses Antigos cada vez mais a linha entre Besta e Homem se afina. Quanto mais tempo os Antigos permanecem em contato com o mundo mais próximo da Noite Eterna a humanidade fica, onde nada sobrará, a não ser feras.

Nessa situação de : vai da merda, seu protagonista entra pra resolver a parada.


Protagonista

Agora seu personagem surge. Vamos analizar a intro e seus significados malucos para os jogadores de primeira viagem




O protagonista chega em Yharnam em busca de seu Sangue milagroso. Então, já aqui, podemos presumir que a cidade não estava em total caos, e que, assim, não podemos definir durante quanto tempo o personagem fica desacordado.  Mas eu estou me apressando, vamos por partes. Esse homem cego do video, para mim, é Laurence. Ele está recrutando você como caçador, um caminhante sonhador, aquele que pode frequentar o sonho; ao assinar o contrato.  Ele injeta o Sangue Antigo em você, o mesmo que irá te causar a maldição da fera, mas veja na sequencia, entendam o sonho e sua simbologia: "Uma criatura nasce de uma poça de sangue e caminha em sua direção, quando logo em seguida ela começa a pegar fogo e desaparece, e para finalizar surgem os Mensageiros". 

Isso mostra que você está infectado com o Sangue de Yharnam, mas não desenvolveu a maldição da fera, por ter sido escolhido para ser um Caçador habitante do Sonho os Mensageiros vêm ao seu auxilio. Sua primeira missão ao levantar da cama está escrito em um papel : " Ache o Sangue Pálido para transcender a caçada" . Isso só será resolvido ao final do jogo em  um dos 3 finais existentes, então segura nessa instrução e tente descobrir o que caralhos é o Sangue Pálido.


Desligando



Moçada não existe a menor possibilidade de adentrar mais a fundo da história em um único post. Agora eu quero saber de vocês, devemos ficar mais umas 2 semanas no Bloodborne e descobri sobre o enredo de vários bosses, como Padre Gascoigne e a Fera Clerica; analisar o significado dos 3 finais e qual deles é o Verdadeiro; Ou devemos seguir em frente e fazer analise de outros jogos difíceis? Por favor deixem nos comentários para onde deverei ir. Conto com vocês.


segunda-feira, 18 de maio de 2015

To Be Continued... A Segunda Geração.

Saudações. Dando continuidade à nossa viagem, tratarei hoje de falar um pouco da segunda geração de consoles. Foi nesta geração que minha vida social acabou, antes mesmo de começar... Então se eu for um pouquinho emotivo em meus comentários, por favor ignorem...


Joystick do Atari... Simples mas eficiente o suficiente para garantir a diversão na época...


Segunda Geração (1976 - 1984):

O evento que marca o início desta geração é o lançamento do Fairchild Channel F, da Fairchild. É um videogame pouco conhecido mas de extrema importância para todos nós gamers... O Channel F foi o primeiro videogame totalmente programável, ou seja, os jogos não vinham apenas na memória como os videogames que existiam até então, mas também na forma de cartuchos (apesar do console ter sido lançado com Pong e Hockey na memória). Essa novidade fez com do Fairchild um sucesso de vendas, além de desencadear a primeira crise no mercado de videogames, que culminou no fim da primeira geração. Entretanto, ele também motivou as empresas sobreviventes da geração anterior (Como a Magnavox, Atari e a Nintendo) a aprimorarem seus consoles, além de incentivar novas empresas a entrarem neste mercado (Sega por exemplo). Por isso mesmo seu sucesso durou pouco, apenas um ano aproximadamente. Seu jogos eram bem simples e agradou bastante as crianças. Entretanto com a chegada dos novos videogames da segunda geração, mais avançados e com jogos mais complexos, acabou ficando esquecido.



Um verdadeiro avanço tecnológico:
Microprocessador: 1,79 MHz
RAM: 64 bytes
VRAM: 2kb,
Resolução: 128x24, 4 cores por linha










Ao todo foram lançados 26 cartuchos com variações de jogos de arcade (Space Invaders), jogos de esportes (Hockey e Tênis), jogos de carta e tabuleiro (Jogo da velha, gamão) entre outros.

Como era o único que possuía cartuchos à venda no mercado, os mesmos vinham numerados, para não confundir o consumidor.





Imaginem uma época, onde se gastava uma quantia considerável para comprar um cartucho apenas para jogar o jogo da velha na televisão, e ainda achar isso o máximo!!!










Um destes novos consoles, e um dos principais responsáveis pelo "boom" dos games da segunda geração foi o Atari 2600 (Meu primeiro videogame... :'( saudades... ). Desenvolvido por Jay Miner e lançado oficialmente em 1977, o Atari 2600 começou a ser produzido em 1975, quando a Atari comprou uma empresa de engenharia, a Cyan Engineering, para desenvolver um videogame de nova geração. O protótipo inicial foi chamado de Stella. Quando o Faichild foi lançado, em 76, o Atari ainda não estava pronto, e para conseguir verba para acelerar e concluir a produção, Nolan Bushnel, dono e fundador da Atari, vendeu a Empresa para a Warner Communications neste mesmo ano. No ano seguinte, em 1977, o Atari 2600 foi lançado com o nome de Video Computer System (VCS) para competir diretamente com o Channel F (Chamado de Video Entertainment System - VES). O Atari 2600 Rapidamente se tornou popular e fez com q que a Faichild abandonasse o mercado, acreditando que o mercado de games fosse uma moda passageira (HUAHUAHUA deu mole Fairchild...).
Durante sua longa vida de 14 anos (foi oficialmente descontinuado somente em 1991) O Atari 2600 produziu mais de 40 milhões de unidades e possui em sua lista de jogos mais de 900 títulos, entre eles Pac Man, Enduro, River Raide, Pitfall, Asteroids entre outros.


 Atari 2600, só quem teve sabe o verdadeiro valor dele... 



Enduro - o pai dos jogos de corrida (tá mais pra tetravô, mas blz...).
Forza? Gran Turismo? Pfff... Isso aí sim era corrida de verdade...












Pac-Man - o jogo de maior venda do console com mais de 7 milhões de cópias vendidas!













Pitfall... Sempre que leio este nome, ou vejo uma imagem do jogo, eu escuto o som da morte, que parece uma rizada debochada metálica, trêmula e distorcida... quem se lembra vai concordar....








Durante essa Geração a Nintendo lançou seu primeiro videogame portátil o Game & Watch. Segundo reza a lenda, em 1977 Gunpei Yokoi, ao presenciar um senhor entediado e se distraindo com uma simples calculadora, teve a ideia de desenvolver um relógio que também fosse um videogame para matar o tempo. E assim surgiu o Game & Watch, após quase três anos de desenvolvimento. Eram pequenos aparelhos que além de funcionarem como relógio (e alguns como despertador), também continham uma pequena tela de LCD e um jogo programado em sua memória. Cada aparelho possuía apenas um jogo, e entre os mais famosos, Donkey Kong, Mario Bross, Zelda e Mickey Mouse. O Game & Watch foi lançado em 1980 e descontinuado em 1991. Durante esses 11 anos foram produzidos 47 jogos através de 9 séries: Silver, Gold, Multi Screen, Tabletop, Panorama, New Wide Screen, Super Color, Micro Vs. System e Crystal Screen. Como os nomes sugerem, cada série possuía características físicas e tecnologias diferentes.



Primeiro Game & Watch lançado: com o jogo Ball. O objetivo era fazer malabarismo com bolinhas controlando os braços do personagem central através dos dois botões laterais.

 
 Zelda... Nesta série, Multi Screen, o Game & Watch já possuía o controle direcional em cruz que definiu o padrão dos consoles posteriores e também duas telas, 
que inspirou o design do Nintendo DS.


Se falei da Nintendo, não posso deixar de falar da SEGA (SEGA Rules!!), principalmente pelo fato de que foi nesta geração que a empresa nipônica entrou na disputa pelo mercado de games e lançou seu primeiro console: o SG-1000. O Sega Game 1000, foi lançado em 15 de julho 1983, no mesmo dia de lançamento do NES/Famicom (Nintendinho), já no final da Segunda Geração. O Console não vendeu bem, devido a fatores como o lançamento do Nintendinho com um hardware superior, a grande quantidade de consoles existentes no mercado e a segunda crise no mercado de games nos EUA, o Crash de 1983 (abordarei o assunto à seguir). Mesmo com o fracasso de vendas, a Sega reformulou o SG-1000 e lançou no ano seguinte o SG-1000 II, com mais recursos e um teclado acessório que transformava o console em uma espécie de computador doméstico. Mesmo com as melhorias, o SG-1000 II também não obteve sucesso. Foi então que em 1985 a Sega reformulou o SG-1000 II e lançou o Sega Mark III, com um hardware parecido com o antecessor porém com maior memória RAM e gráficos melhorados. O Mark III veio para competir com o NES/Famicom e posteriormente foi redesenhado para ser lançado através de outros países como o Master System (Entretanto o Mark II/ Master System já é um console da Terceira Geração, e falarei sobre ela semana que vem).

 
 Os Antecessores do Master System: SG-1000 e SG-1000 II

  
Caixa do jogo mais vendido para o SG-1000: Flick

Além desses consoles, vários outros, de diversas empresas também participaram da formação da Segunda Geração de games. Duas empresas sobreviventes da Primeira Geração continuaram no mercado. 
Uma delas, a Coleco, lançou em 1982 o ColecoVision, uma espécie de "clone" do Atari 2600, que inclusive rodava jogos do mesmo. Porém não alcançou muito sucesso em suas vendas.
Outra empresa sobrevivente foi a Magnavox/Philips (As duas empresas se uniram em 1974, sob liderança da Philips). Lançaram, em 1978 o Magnavox Odyssey 2. Essa evolução do primeiro console doméstico também foi lançado em outros países pela Philips. Apesar de ter alcançado um sucesso relativo, sendo o 3o console de maior sucesso desta geração. Porém não chegou a competir com o Atari 2600, o campeão de vendas. 


ColecoVision: 
Lançado em 82 e descontinuado em 84. Em sua curta vida útil lançou 170 títulos, sendo Donkey Kong o de maior sucesso.



Magnavox/Philips Odyssey 2:
Foi lançado também no Brasil pela Philips, porém apenas como Odyssey já que seu antecessor não foi vendido por aqui.
Ficou no mercado entre 1978 e 1984.

Outro consoles fizeram parte da "família" da Segunda Geração, entre eles o Intellivision da Mattel, o Bally Astrocade da Midway, CreatiVision da Vtech, Vectrex da Entex, RCA Studio da RCA entre vários outros. Cada um desses consoles possuía seu próprio repertório de jogos, criados pela própria produtora ou por desenvolvedores third-party. 

Isso fez co que o mercado ficasse inundado de jogos, muitos deles de baixíssima qualidade, sem contar que a maioria dos fabricantes já anunciavam novos consoles melhorados para uma nova geração. Isso fez com que os consoles ficassem descredibilizados e os consumidores saturados. Além disso, desde 1977 já estavam disponíveis os microcomputadores, que se tornaram concorrentes diretos dos consoles pelo mercado de games.
Investimentos ruins também ocorreram neste período, os dois casos mais famosos pertencem à Atari: O primeiro deles foi Pac Man, uma tentativa frustrada e apressada de transferir o sucesso dos fliperamas para os consoles caseiros, apesar de ter sido o jogo com maior número de vendas do Atari 2600, não alcançou nem metade de sua produção, resultando em perdas milionárias. O outro, mais conhecido, foi o port do filme E.T, o Extraterrestre. O game teve um custo altíssimo devido à licença do filme mas foi lançado após apenas seis semanas de produção numa tentativa de recuperar rápido o dinheiro investido e de alcançar a temporada de Natal. Como resultado surgiu um jogo mal feito, sem uma lógica clara e que é considerado por muitos o pior jogo da história. Para esvaziar as prateleiras de seus estoques, os cartuchos não vendidos tiveram que ser enterrados em um terreno no Novo México. Apenas no ano passado o local foi revisitado, tendo sido desenterradas algumas milhares de cópias apenas.
Todos estes fatores, unidos à inflação americana do período resultou no Crash de 83 um grande recesso da indústria de games que durou entre 1983 e 1985 e resultou na falência de várias empresas e no fim da Segunda Geração de consoles.

Saturação de jogos de baixa qualidade, investimentos ruins, inflação,
competição com microcomputadores são alguns dos fatores que levaram ao Crash de 83.

E hoje fico por aqui. Semana que vem Terceira Geração: Nintendinho x Master System! Os mais famosos da geração mas não os únicos... Você conhece os outros consoles que concorreram com estes dois gigantes da Indústria dos Games?

Até lá.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Rise From Your Graves: Califórnia Games

Califórnia Games ou Jogos de Verão, como foi lançado no Brasil, é um jogo de esportes lançado e publicado pela Epyx, em 1987.

Capa do jogo para Commodore 64/128
Inicialmente, o jogo foi lançado para os computadores Apple II e Commodore 64 e após seu grande sucesso, o jogo foi portado para diversas outras plataformas.

Gameplay

Como o próprio nome do game sugere, o jogo consiste em alguns esportes supostamente populares na Califórnia, são eles: Half Pipe (Skateboarding), Footbag, Surf, Skating (Patins) BMX e Flying Disc (Frisbee). O bacana é que é possível disputar com até 8 colegas que estejam com você na sua sala. Sim, o jogo possui um multi jogador altamente competitivo, o que tornava Califórnia Games o favorito de muitos jogadores. 

Cada jogador era patrocinado por uma marca
Todas as modalidades possuem desafios distintos, uma vez em que alguns dependam de tempo e outros apenas de pontos. Nas modalidades de Footbag, Skate, Surf e BMX o templo influencia de diferentes formas, pois em quase todas modalidades existe um tempo limite para realizar a tarefa. Skate e Flying Disk são os únicos que contam apenas os pontos feitos, o tempo não é contado.


Half Pipe (Skateboarding): O jogo se passa apenas em uma plataforma na forma de um semicírculo, que é exatamente um half Pipe. Os jogadores precisam fazer manobras para ganhar pontos e ganha aquele que fizer mais.



Footbag: Neste modo, um jogador faz "embaixadinhas" com uma pequena bola. Quanto maior a "firula" que o player fizer, mais pontos ele ganha para vencer.



Surf: Nesta modalidade o jogador será um surfista que pogou uma grande onda e terá que surfar por ela fazendo manobras radicais para ganhar pontos. No final, ganha quem fazer a melhor performance e tirar a melhor nota.



Skating (Patins): Esse jogo se passa com uma adolescente patinando em um calçadão de uma praia Californiana, ela precisa se desviar de obstáculos como: Lixos, poças d'água, cascas de banana, bola de praia e outros. Novamente, ganha o jogador que fizer mais pontos, sendo que para isso, é necessário fazer manobras e se chegar o mais longe possível.




BMX: Neste modo, o jogador controla um ciclísta que passa por obstáculos, como: Descidas, rampas, subidas e buracos. Os pontos são adquiridos a medida em que as manobras são feitas. Ganha quem terminar o percurso com mais pontos. Caso o percurso não seja competado, ganha quem fizer mais manobras e tiver mais pontos.



Flying Disc (Frisbee): Jogo onde precisa-se jogar um disco na maior distancia possível em um parque.




Veredicto Final

Califórnia Games pode parecer um tapa na cara no início até os jogadores aprenderem o tempo  de alguns comandos, mas depois, não tem sensação melhor que olhar pra cara frustrada do seu amigo ao lado por que você bateu os pontos que ele havia feito.



quarta-feira, 13 de maio de 2015

Acervo Pessoal: Ace Combat 5 The Unsung War



Vou dar continuidade a história que começou no meu último acervo sobre o Ace combat 0.

A história do Ace combat 5 acontece 15 anos depois do fim da "Belkan War". Nada aparenta estar fora do normal, o tempo é de paz. Você é Blaze, um cadete na força aérea de Osea, e seu esquadrão está servindo em uma ilha em território Yukitoban(Ambos países aliados da ultima guerra). Um dia, durante um exercício de treinamento, aeronaves desconhecidas aparecem e entram em combate contra vocês. É descoberto depois que essas aeronaves são de Yukitobania e que ele declarou guerra contra seu país. Durante a guerra, seu esquadrão começa a receber o apelido de "demônio de Ragriz", causando medo nos inimigos e esperança aos aliados.

É descoberto depois que a guerra não passou de um esquema dos Belkans e cabe a você dar um fim "verdadeiro" a "Belkan War".

Pessoalmente eu achei essa história muito f***, pois muitas das coisas que são faladas nesse jogo, você vivenciou ao jogar a sequencia(que no caso conta o inicio da história).
Você começar a ver diferente os personagens e também a entender suas histórias.

O que mais chama a atenção no gameplay é o sistema de evolução. Cada aeronave possui uma forma "evoluída". Por exemplo, um F-18 possui suas variações, e ao usar tal aeronave por repetidas vezes ela acaba "evoluindo" e você libera a próxima variação. O jogo então passa a ter mais aeronaves que qualquer outro da série (isso inclui os de Xbox360).

O lado ruim disso? O jogo era limitado nas opções de armamento. Deixa eu explicar. O primeiro F-18 tinha como arma especial um missel de longa distancia, já sua variação possuía misseis para alvos terrestres.

Ou seja, você não podia usar o avião que quisesse, tinha que ser algo que fosse útil na missão(até podia, mas ia ficar mais difícil).

Falando em missão, o jogo tinha bastante missões, te deixava preso por um bom tempo. Sem falar que para conseguir todos os aviões você tinha que jogar o jogo varias vezes. O jogo  também possuía partes onde você escolhia 2 caminhos diferentes, por uma missão ou duas, voltando para o caminho principal depois.

Os gráficos são um pouco pior que o do Zero, mas mesmo assim, os detalhes dos aviões são impressionantes para a época.

Boa história, bom gameplay e gráficos decentes para a época. Ace combat 5 ainda tem um lugar especial no meu acervo.


Veredito Final:Sem ideia para esse veredito, por favor me desculpem HUE(Mas o jogo é f***)

segunda-feira, 11 de maio de 2015

To Be Continued... A Primeira Geração.

Saudações moradores-e-visitantes-das-terras-oníricas! Começarei a abordar as gerações dos consoles. Não irei falar sobre todos os consoles, pois não é o intuito deste canal, mas apenas os principais, juntamente com alguns fatos e curiosidades.

"Arvore" das gerações de consoles (até a sétima), apenas com os principais.


Primeira Geração (1972 - 1977):

Como foi escrito semana passada, a primeira geração teve seu início em 1972 com o vídeogame Magnavox Odyssey. Porém não foi o único da geração. O seu sucesso não foi grande, entretanto foi a porta de entrada de outras empresas no novo mercado, incluindo a Atari, a Coleco e a Nintendo (única empresa que ainda está no mercado de consoles e também a única que lançou consoles em todas as gerações).

O segundo console caseiro a ser lançado foi o Pong da Atari, em 1975. O COnsole foi baseado no arcade de mesmo nome, de enorme sucesso e talvez o principal game responsável pelo fenômeno dos arcades. O sucesso do Pong foi grande para a época e a maioria dos consoles lançados posteriormente nesta geração eram clones deste, o que faz a geração ser conhecida como "Geração Pong". O Pong também é considerado como o responsável pela transformação dos jogos eletrônicos em um mercado de verdade. 

No Pong você podia jogar Pong... Só que na sua própria TV!!! Uau!

Porém nem tudo foi fácil. A Magnavox, detentora da patente do Odyssey que também continha um jogo de tênis, iniciou um processo judicial requisitando direitos autorais contra a Atari, e demais empresas que lançaram consoles na época. Essa foi a primeira Treta Maligna da história dos games. A Magnavox e a Atari acabaram fazendo um acordo fora das cortes, e as demais empresas tiveram que pagar royalties para a Magnavox.

Outro console da Geração de destaque, foi o Telstar. Este console da empresa Coleco, lançado em 1976, possuia um design bem simples, mesmo para os padrões da época e não trazia muitas inovações. Ainda assim foi o que obteve o maior número de vendas na primeira geração. Isso deu por dois fatores: o primeiro foi seu preço reduzido, quase metade dos demais concorrentes. O segundo foi o que alguns consideram 'um golpe de sorte' e outros consideram 'visão de mercado'. Na época muitos queriam entrar no novo ramo de tele jogos, porém havia poucas empresas que fabricavam chips para consoles. A principal delas era a General Instruments. A Coleco conseguiu adiantar o seu pedido de chips para essa empresa, que ficou sobrecarregada em pouco tempo. Desta forma foi a única que recebeu todo o carregamento, tendo demais companhias recebido apenas uma pequena fração dos pedidos. Desta forma a Coleco se tornou líder da Geração Pong!



Eu fico imaginando como que era o  Handball anunciado na caixa...



Bem feinho mesmo, não sei porque, mas parece um utensílio de cozinha, tipo aquelas balanças culinárias antigas...




Um último console que devemos tratar aqui desta geração (e também um dos últimos a serem lançados) é o Color TV Game 6 da Nintendo (Também conhecido por CTG). Outro console pong, que continha 6 variações do mesmo game. O CTG foi lançado em 1977, apenas no Japão e foi o último da geração.


Além desses consoles vários outros foram lançados no período, e mesmo esses receberam "upgrades" para manter a concorrência. Entretanto a geração encontrou seu fim em em 1977 com o primeiro Videogame Crash. Neste ano as empresas do ramo tiveram que vender seus consoles até mesmo abaixo do preço de custo, apenas para reduzir o prejuízo, e a maioria entrou em falência, o que marcou o fim da Primeira Geração. Isso ocorreu principalmente pelo fato da tecnologia de games ter estagnado, todos os consoles desta geração eram dedicados, ou seja, eram limitados aos jogos que vinham na memória (e a maioria era variações de tênis - ou Pong). Enquanto os consumidores exigiam mais, principalmente após o lançamento do Fairchild Channel F - da Fairchild em 1976. Este foi o primeiro videogame programável, ou seja, os jogos podiam ser desenvolvidos à parte do console e vinham em cartuchos e o primeiro console da segunda geração que tratarei semana que vem.

Até lá.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Acervo Pessoal: Ace Combat Zero



O acervo dessa semana trás a primeira parte do Acervo ao redor dos Ace Combats que para mim tiveram uma das melhores histórias de fundo. Vamos começar com Ace Combat Zero, o inicio e término da chamada Belkan War.(A guerra acaba no mesmo jogo, mas o 5 é sequencia direta do Zero).

Ace Combat Zero se passa 15 anos antes do 5(Para vocês não ficarem perdidos na timeline). Você vai encontrar muitos personagens aqui que são parte do 5 também.

Você é Cypher, um piloto sem rosto que faz parte de uma força militar mercenária pertencente a Ustio. O mundo está em guerra entre Belka e as nações aliadas(Osea,Yukitobania,Ustio,Sapin e outras). Seu melhor amigo e companheiro de esquadrão é Pixy, um dos pilotos mais temidos da época. Ao decorrer do jogo você vai realizando missões para as nações aliadas e seu nome começa a ser cada vez mais respeitado e temido. Algumas missões te levam para o área chamada de B7R, conhecida pelos pilotos como "A Távola Redonda". Nesse espaço deserto, os maiores pilotos se enfrentaram, e é aqui que você derrubar parte dos esquadrões inimigos. A partir dai você começa a ser conhecido com "Demon Lord"


O legal da história é que esses esquadrões inimigos tem suas próprias histórias, e elas são contadas em cutscenes live action, explicando como eram, e como estão, anos depois de te enfrentarem.


No final você acaba com a guerra, mas uma nova ameaça aparece, fazendo você continuar lutando para acabar com tudo de vez.

A jogabilidade é a mesma de sempre, controles fáceis deixam você a vontade para ir direto para o jogo e abater seus alvos. Falando em abater, o jogo possui um sistema novo, o de "surrender", muitas das vezes um avião quando é atingido ele não explode, ele fica avariado. Caças assim ficam marcados com uma cor amarela, e ai depende da filha putagem do player em destruir eles ou deixar viver. Isso entra em conjunto com um sistema de reputação, onde quanto mais alvos amarelos deixar vivo, mais heroico você fica, e o oposto acontece, quanto mais alvos amarelos você destruir, mais mercenário. No meio dessa reputação existia o neutro, que era a média. 

Com isso você ganha medalhas e cores novas(Alem do fator replay, pois você não pode terminar a campanha nos 3 níveis). E o legal é que dependendo da sua reputação, os inimigos são diferentes. Esquadrões diferentes aparecem para enfrentar você de acordo com a reputação. Isso me fez jogar o jogo umas 5 vezes.

Achei os gráficos sensacionais para a época, os detalhes foram capturados ao máximo possível para um jogo de PS2. Cada um dos caças foi bem trabalhado e detalhado, e olha que esse jogo possui muitos.

Veredito Final: Take my breath away.... TUM TUM...TUM TUM(Eu tenho que parar de pegar musicas de Top Gun).

terça-feira, 5 de maio de 2015

Jogamus X1 - Jogos dublados

Aproveitando o papo gamer desta terça sobre dublagem em jogos, estaremos apresentando o Jogamus X1 que esteve fora por duas semanas com um assunto um tanto quanto polêmico... a dublagem nos jogos atuais. Você prefere jogar seus jogos adaptados para sua linguagem? Ou prefere joga-los na dublagem original com legendas em português?

#teambdama

Sou suspeito a dizer que gosto dos jogos dublados em português, acho que desde pequeno sempre sonhei com o dia em que os jogos que quero jogar viriam na minha linguagem e que joga-los seria tão simples quanto assistir a um filme, e eu não teria de ficar lendo legendas em inglês e as traduzindo, ou que eu veria meus heróis no games dublados como meus heróis dos filmes.

Como a maioria de nós sabe, o mercado de games no Brasil vêm crescendo ano após ano e como somos os maiores consumidores de jogos eletrônicos da América latina, é impossível que as grandes empresas não abrissem seus olhos para nosso mercado, adaptando a linguagem de seus produtos a nós e nos proporcionando uma maior imersão nos games. Vejo sempre muito dos próprios gamers reclamarem das dublagens como foi o caso de Battlefield Hardline ou Mortal kombat X, por exemplo, mas muitos se esquecem de que a dublagem de jogos no nosso idioma ainda é um bebê que não aprendeu a andar.
Em 1998 a Brasof juntamente com a LucasArts deram vida ao primeiro jogo dublado em nosso idioma, Grim Fandango, este excelente trabalho feito por uma equipe profissional, fez com que a dublagem fosse elogiada pelo próprio George Lucas. Por outro lado, os dubladores de Cassie Cage de Mortal kombat X ou Nick Mendonza de Battlefield hardline, não são dubladores profissionais e sim cantores. Aparentemente, as empresas optaram em colocar essas pessoas sem experiência com dublagem porém conhecidas no mundo artístico, acreditando que tais celebridades alavancariam as vendas de seus jogos. O resultado, acredito que a maioria dos gamers conhece, criticas e criticas relacionadas aos trabalhos deles pois jargões como "eu vou equalizar sua cara" por exemplo viraram motivo de piada entre os jogadores.



jogar dublado ou legendado, tudo depende do gosto das pessoas, o fato é, com o tempo, se tornará cada vez mais comum as empresas lançarem seus jogos em nossa linguagem, o que é uma ótima noticia, sendo que ao mesmo tempo que se aumenta o numero de jogos dublados, a qualidade das dublagens tenderá a ser melhorada. Espero ansiosamente para ver a dublagem em The Witcher 3, e se vocês leitores possuem a mesma opinião que eu, não deixem de expor nos comentários abaixo juntamente do #teambdama. 




#teamantonio  

Então galera, o assunto da rodada é sobre a dublagem de jogos. Bom, eu adoro jogar games dublados e localizados, só que nem todos se “esforçam” para fazer a dublagem legal. Claro, temos alguns exemplos como recentemente MK-X e BF Hardline que a meu ver foi uma jogada de marketing muito bem feita pra divulgar os jogos, chamando celebridades não acostumadas a dublagem. Contratar celebridades é sempre um “up” no comercio do jogo. O jogo Destiny na versão inglesa teve o fantasma, que seria um tipo de companheiro de aventura do guardião, dublado por Peter Dinklage , famoso por fazer o papel de Tyrion Lannister na série de TV Game of thrones, não agradando os players com sua atuação.


A questão pra mim é, independente de se contratar famosos ou não, por favor, façam a tarefa direito! Se a intenção é lançar o jogo dublado, por favor, se empenhem na tradução, não façam tradução sem analisar o contexto, como em uma fala de Cassie Cage “eu tenho isso” que não entra no contexto da situação.



Eu estou bem satisfeito de ver a preocupação das produtoras em dublar os jogos para nós brasileiros e tenho em mente que essa tarefa é nova e precisa ainda de ser melhorada. Até lá deixem a opção de escolha entre o original e dublado.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

To Be Continued... O Início de Tudo!

Saudações para aqueles-que-praticam-exercícios-de-fortalecimento-e-agilidade-para-os-dedos. Como prometido semana passada, vamos começar hoje uma pequena viagem através das gerações dos consoles de videogames. Falaremos um pouquinho do início do desenvolvimento dos games.

Tudo começou há muuuuito tempo atrás, nas décadas de 50 e 60... (se alguém for da época, não se sinta ofendido, mas encha-se de orgulho). Na época, os computadores estavam no início do desenvolvimento. Ainda eram muito grandes, caros, exigiam equipe de manutenção e operação especializada e gastavam muita energia, por isso eram limitados à grandes empresas. Os jogos que surgiram eram desenvolvidos apenas como testes, parte de projetos na área da computação, demonstração de teorias sobre interação humano-computador e para pesquisas. Devido à falta de documentação histórica, é difícil de saber exatamente qual o primeiro jogo que foi desenvolvido.

Entretanto, dois Games merecem destaque:

O Primeiro é o Tennis for Two. 

Em 1958, o físico William Higinbotham, membro do Projeto Manhattan , criou um jogo eletrônico com o objetivo de aumentar o número de visitantes no Dia Anual de Visitas do Brookhaven National Laboratories (o governo americano queria expor seu potencial nuclear para o povo, lembrando que nessa época a Guerra Fria estava em seu auge). O jogo utilizava um osciloscópio para exibir seus gráficos, que consistia em uma bola e um traço (representando a rede da quadra). Não havia a representação gráfica dos jogadores, que controlavam apenas a trajetória da bola (iiiipiii, que divertiiido!!!). O jogo alcançou seu objetivo sendo um sucesso na exposição.


Tennis for Two foi desenvolvido em cima de um programa que simulava a 
trajetória  de mísseis de caças.




(Sinceramente, não consigo entender como que essa geringonça funcionava)










E tem gente que ainda critica o tamanho do PS4...









O Segundo é o Spacewar!

Na década de 60, um dos principais centros de pesquisa em computação do mundo era o Massachusetts Institute of Technology (MIT). Este instituto era detentor do TX-0, um computador menor que menor e mais avançado que os padrões da época (ainda assim era bem grande). Entretanto, o TX-0 foi substituído pelo PDP-1, mais rápido e, ao contrário do TX-0 que precisava de horas para aquecer antes de ligar, o PDP-1 contava com a capacidade de ligar instantaneamente (INCRÍVEL!!!). Para testar todo o potencial do novo computador, uma equipe de estudantes do MIT, liderada por Steve Russel, resolveu desenvolver um programa que fosse interativo e divertido, um seja um jogo!
Assim nasceu o SpaceWar! O jogo consistia em duas naves, cada uma controlada por um jogador com o objetivo de destruir o oponente. O jogo possuía uma rotina que controlava a inércia das naves, um campo estelar aleatório que ajudava nos movimentos, um botão que fazia a nave sumir e aparecer em um ponto aleatório (um salto pelo hiperespaço) e uma estrela central gerando um campo gravitacional que puxava as naves. O jogo foi testado pela primeira vez em 1961 e teve seu projeto concluído em 62. O jogo se tornou o programa oficial de teste em todos os PDP-1 comercializados.


Os desenvolvedores de Spacewar! desejavam transportar a ficção científica espacial 
para a tela do computador (típico de Nerds...). 



Os ternos e o campo visual do monitor parecem super confortáveis, sem contar o controle ergonômico!!!


Olha o tamanho da criança (computador) e das crianças (jogadores). Videogames eram coisas de adultos (eu também não deixaria meu filho chegar perto desse trambolho...)







Ok, mas quando é que os consoles entram na história? 

Entre 1966 e 1968, ainda nesse período de crescimento tecnológico, Ralp Baer, um engenheiro alemão naturalizado americano, e seus colegas de equipe da empresa de tecnologias Sanders Associates, desenvolveram o primeiro protótipo de videogame: o "TV Game Unit #7", que ficou mais  conhecido pelo  seu apelido "Brown Box". O console dispunha de jogos como ping pong, damas e alguns de esportes, que podiam ser alternados através de pequenas alavancas na frente do console. Entretanto o protótipo não fez muito sucesso.
No comecinho dos anos 70, a Sanders Associetes vendeu a licença do "Brown Box" para a Magnavox, que reformulou o projeto, lançando-o oficialmente no mercado em agosto de 1972, como o Magnavox Odyssey - O primeiro Console de videogame da história!
O Magnavox Odyssey iniciou a Primeira Geração de consoles.


O Magnavox Odyssey vinha com cartelas, fichas de plástico e "dinheirinhos" 
para marcação de pontos entre os jogadores, como se fosse 
um jogo de tabuleiro eletrônico.



O protótipo TV Game Unit #7, 
aka Brown Box.









Ralph Baer:

Nome de nascimento: Rudolf Heinrich Baer
Conhecido por: Pai dos Videogames
Data de nascimento: 08-05-1922
Data de falecimento: 06-12-2014 (92 anos)

Na foto ao lado, recebendo em 2004 do então presidente George W. Bush, a Medalha Nacional de Tecnologia e Inovação, por inventar o primeiro console de videogame.

Te agradecemos por tudo Ralph Baer!

Por hoje encerro. Semana que vem falarei um pouco sobre a primeira e a segunda geração de consoles.

Até lá.