quinta-feira, 1 de julho de 2010

A Blizzard no Brasil


A Blizzard fez ontem, em São Paulo, um evento para anunciar oficialmente o StarCraft II no Brasil. O game será lançado, dentre os países da "Amércia Latina", apenas aqui e no México juntamente com o restante do mundo, dia 27 de Julho. O game custará R$49,00, porém o jogador só terá acesso a ele por 6 meses, depois as campanhas multi e single player serão travadas, tendo jogador que comprar um pacote de assinatura de 30 ou 60 dias. Quem quiser a versão com tudo liberado no lançamento deverá comprar a "edição de colecionador", que custa $100 e com preço no Brasil ainda não divulgado. Posteriormente será lançada uma versão convecional do jogo ilimitado, com preço ainda não divulgado no Brasil, sendo que nos EUA a mesma custa $60. Ainda que seja questionável esse modelo de venda, ou seja, comprar um jogo original para tê-lo apenas por 6 meses, pra mim esse anúncio deve ser comemorado pela comunidade gamer do Brasil. O simples fato da Blizzard estar vindo para o Brasil, abrindo um escritório aqui, pode ser um sinal de esperança para o desenvolvimento do mercado de games nacional. Com o escritório aqui, modelos de pagamento das assinaturas dos seus serviços, como o World Of Warcraft, devem ser criados, facilitando a vida daquele jogador que não quer ter o trabalho de pagar sua jogatina com esquemas como a utilização de cartão de crédito internacional e afins. Também a Blizzard, como o seu selo de qualidade inquestionável, está adaptando seus produtos especificamente ao mercado brasileiro, como o StarCraft II, que vira com textos, de elementos do cenário até, como placas, e dialógos, totalmente em português, como adaptação inclusive da sincronia labial! Quem joga já a mais tempo sabe como é difícil, tanto pelos altos preços dos produtos, como por lançamentos atrasados e serviço de suporte e adaptação dos jogos inexistentes, acompanhar o mercado mundial de jogos aqui. Nossa condição de país de terceiro mundo sempre atravancou a vinda das grandes companhias para cá, o que viabilizaria a melhora das questõs citadas. Acredito eu que, pela melhora da nossa condição econômica enquanto nação, essa perspectiva deva ser gradualmente superada. Além disso, outro fator que eu considero como importante na mudança desse paradigma é o envelhecimento da nossa população gamer, que, antes, eram crianças que ganhavam videogames dos pais, e agora são trabalhadores que, muitas vezes, investem parte considerável do próprio salário no mercado de jogos. Essas condições somadas seriam os catalisadores de uma possível mudança e aquecimento do nosso mercado nacional, mudança essa que parece já ter começado com a vinda da Blizzard para terras tupiniquins. Esse desenvolvimento do mercado de games pode acabar, inclusive, resultando num estímulo estatal dessa área, através da redução de impostos, o que contribuiria para a diminuição do preço dos games e estimularia o seu consumo Então, bem-vinda Blizzard, e tomara que a sua experiência aqui seja a mais proveitosa possível, estimulando outras grandes empresas de games como você a se instalar na nossa patría. O público brasileiro agradece.

Fonte: Finalboss

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Twinsen's Oddyssey: O estranho jamais será tão familiar

Olá a todos, como novo membro do blog Jogamus, estou aqui para me apresentar e dar minha primeira contribuição. Meu nome é Sem Nome ou simplesmente Sem, como está registrado aqui e antes de começar a despejar aqui meu compartilhado amor por jogos de todos os tipos, devo dizer que fico agradecido aos amigos do blog pelo convite. Muitos aqui se conhecem pessoalmente e jogos e consoles sempre estiveram entre nossos assuntos mais falados - trazer isso à internet é apenas o próximo passo.
Sem mais delongas, começo apresentando o jogo mais marcante de minha infância: Little Big Adventure 2 - Twinsen's Oddyssey. Definitivamente, um jogo para se recordar. Afinal, este não foi o primeiro jogo que tive (aliás, demorei muito a ter este jogo efetivamente), nem Twinsen foi o primeiro personagem carismático com quem me deparei (afinal, tive um NES com o inesquecível Mario 8-bit e um Mega Drive com o igualmente carismático Sonic). Porém, enquanto os jogos em seus respectivos consoles concentravam-se em aventuras em plataforma, os jogos desenvolvidos para computador já gozavam de certa liberdade de roteiro, graças às possibilidades de exploração dos cenários em 3D e maiores detalhes de programação.
LBA2 - Twinsen's Oddyssey é na verdade a continuidade de Little Big Adventure, a primeira aventura do protagonista destes jogos se passa no planeta Twinsun (Sóis-gêmeos). O jogo foi lançado em 1997, na América do Norte e no Brasil (com tradução oficial para o português!), época em que eu com meus 7 anos, passava boa parte do dia na casa de um amigo igualmente viciado em games que tinha o fantástico jogo em mãos. As inovações que o jogo trazia, contando com um fantástico roteiro bem aproveitado, contando com Full Motion Video que permitia cenas entre um evento e outro, além de uma trilha sonora com qualidade de áudio em CD composta por Philippe Vachey, este game possuía todo o necessário para ser envolvente.

O jogo começa com uma proposta simples, sendo narrado pelo próprio personagem Twinsen, que conta sua prévia aventura e como Twinsun tornou-se um planeta pacífico e um excelente lugar para se viver, dotado de mistério e beleza. Durante a narrativa, o jogo já se apresenta em sua qualidade de Full Motion Video, com uma cena que realmente vale mais que mil palavras.
A proposta do jogo começa simples - com um clima tempestuoso atingindo a Ilha da Fortaleza, lar do herói, seu amigo e fiel montaria Dino-Fly se fere atingido por um raio, caindo direto no quintal do protagonista. Twinsen é então requisitado por sua mulher a ir até a farmácia no centro da cidade e procurar um remédio para seu amigo ferido. No início dessa jornada, percebe-se um mundo envolvente e personagens vivos, cada um dotado de voz própria que nos estimulam o contato com o jogo e a exploração de todos os possíveis eventos deste mundo. Ao longo de seu passeio até a farmácia, Twinsen é colocado em uma sinuca, ao ser informado de que não existem remédios capazes de curar um Dino-Fly disponíveis na farmácia e recebe a informação de que há um curandeiro na Ilha do Deserto capaz de curá-lo. Ao tentar ir à balsa para viajar para a Ilha do Deserto, descobre-se que a tempestade impede a balsa de sair, o que leva Twinsen a mais uma bifurcação no roteiro onde as coisas começam a ficar não tão simples assim - o herói decide visitar o Mago do Tempo da cidade para perguntar a ele o que pode ser feito a respeito da tempestade: e aí começa a primeira missão do jogo, onde Twinsen sai em busca do guardião do farol da ilha para que o mago possa lançar seu feitiço de um lugar favorável e assim apaziguar a tempestade.
Feito isto, o jogo mostra seu verdadeiro roteiro em desenvolvimento: ao fim da tempestade, seres de outro planeta pousam em Twinsun.
Os Esmers, clamando serem pacíficos e estimulados apenas por um espírito de paz e curiosidade que os levou à viagem para descobrir uma civilização amiga, aterrissam causando confusão e comentários aturdidos na população twinsuniana. A partir daí, apesar da premissa de acompanhar a vida simples do herói humilde de Twinsun, as pontas se unem para formar um roteiro fantástico que transforma este jogo numa experiência única e certamente memorável. Desde revelar os mistérios da magia de Twinsun até dar um passeio no planeta Zeelich para descobrir qual é a desses estranhos visitantes, Twinsen vai levar você a uma viagem que você vai querer repetir várias e várias vezes (tal como eu faço, pelo menos uma vez por ano). Não deixe a aparência simples enganá-lo: este é um jogo de complexidade e profundidade incomparáveis.
Termino meu primeiro post com um agradecimento aos amigos do blog mais uma vez por terem me convidado e com uma promessa aos leitores : se há um roteiro envolvente a ser explorado, estarei lá para divulgá-lo a todos. Um abraço a todos!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Rise From Your Grave #2 - Night Trap

Night Trap - Sega CD

Night Trap é um jogo lançado na America do Norte em 15 de outubro de 1992 lançado pela Digital Pictures para o Sega CD cujo genero é trap-em-up (é um jogo de captura). O jogo começou a ser filmado no final de 1987 e finalizado no final de 1991 e o custo de produção foi de US$1,5 de produção.

Night Trap foi desenvolvido originalmente para console da Hasbro NEMO, que ultilizava fitas VHS em vez de cartuchos. No entanto, quando a Hasbro cancelou a produção do NEMO, night Trap passou para o Sega CD e depois adaptado ao Sega 32X, 3DO e PC (com vídeos de alta qualidade).
O jogo se ultiliza-se de cenas fortes o que causou grandes criticas em 1993 resultando em audiencias para a retirada do game do mercado Americano. Night Trap, juntamente com Mortal Kombat, Doom e Lethal Enforces foi o responsavel pela classificação por faixa etária nos jogos (ESRB).

O jogo se passa em torno de um grupo de jovens que passam a noite na casa do Sr e Sra.Martin. A família Martin parece ser uma típica familia americana, porem, coisas estranhas têm ocorrido naquela casa. Cinco garotas que anteriormente estiveram no local desapareceram, então, o Sega Control Attack Team (que mudou para "Special" nos outros consoles) é chamado para proteger os novos convidados e descobrir o que aconteceu. Um novo grupo de garotas acaba de chegar para uma festa do pijama (a qual uma das garotas é uma agente secreta do SCAT, Kelly que é interpretada por Dana Plato), um grupo vampirico começa a invadir a casa da família Martin.


Mais tarde, proximo ao final do jogo (não leia se não quiser spoiler) após capturar todos os invasores e salvar as ninfas inocentes, Kelly descobre que a família Martin é uma família de vampiros.

O gameplay é referido como um controle (na apresentação do jogo um integrante do SCAT apresenta o controle de 3 botões do Mega como sua arma) o jogador vigia os comodos da casa dos Martin através de 8 cameras escondidas que são visualizados uma por vez. O jogador tem que observar as cameras e ultilizar armadilhas para capturar os invasores. Na parte inferior da tela existe um pequeno medidor que quando chega ao final fica vermelho e é o sinal para o jogador ativar a armadilha (ao ativa-la pisos falsos no chão se abrem, estantes giratórias e armadilhas na cama por exemplo capturam os invasores), existe tambêm um indicador de possibilidades e um de numero de capturas no canto ao lado do painel das cameras.

Para as cameras funcionarem, o jogador deve tambêm ter o código de cores corretas que é adquirido através de conversas importantes e alterado quatro vezes no decorrer do jogo. O tempo do jogo deve sempre progredir e quanto mais vampiros escapam, o jogo termina. Game over tambêm se os anfitriões da festa desligam seu acesso às armadilhas ou se certos personagens são capturados.
Night Trap é um jogo bem interessante para quem gosta de jogos em FMV, com certeza, recomendado aos old gamers e new gamers que gostam de experiencias diferentes! Uma boa caçada a vocês galera do SCAT e exelente jogatina!

Atriz Dana Plato é Kelly



segunda-feira, 28 de junho de 2010

Team ICO Collection vem aí!


Foi listado no Amazon francês, para Junho de 2011, o Team ICO Collection para PS3, o que dá muita força ao boato de sua publicação, embora a Sony ainda não o tenha feito oficialmente. Trazendo dois dos melhores jogos do PS2, ICO e Shadow Of The Colossus, o game promete repetir o sucesso da God Of War Collection, que continha, como diz o próprio título, os dois primeiros games do espartano careca favorito do mundo gamer em formato HD. Embora o game ainda não esteja confirmado, e se for não há garantias que será em HD, Shuhei Yoshida, presidente dos estúdios internos da Sony, já declarou que mais jogos do PS2 seriam lançados em HD, o que permite aos fãs criarem fortes expectativas para o lançamento dessa, e de outras, pérolas em HD. Pra quem não sabe, o título da coleção se deve a equipe de desenvolvimento do ICO e do Shadow Of The Colossus, chamada de Team ICO justamente porque o seu primeiro desenvolvimento foi o ICO, jogo que estreiou no PS2 em 2001. Segue abaixo um pequeno resumo dos games da Team ICO:

ICO

Ocupa a 50ª posição no Metacritics do PS2, com score de 90, tendo sido bem recebido pela crítica na época do seu lançamento. Com design inovador, o jogo te colocava no papel de um garoto de chifres, o Ico, que tem de salvar uma menina de um castelo, a Yorda, resolvendo diversos puzzles. A história, embora pareça simples e genérica em linhas gerais, é bem interessante pois é aberta e obscura. Praticamente não há diálogos e a história não é contada de maneira direta, não apresentando textos e narrações nos videos, o que abre muito espaço para interpretações pessoais. É um game minimalista, como o aclamado Super Metroid, onde o mínimo de informações possível é transmitido ao jogador, assim como também apresenta grandes cenários abertos e pouquissímos personagens. A trilha e efeitos sonoros são limitados a alguns momentos específicos, sendo que o game se aproveita muito do silêncio. Todos esses elementos se coadunam para criar um clima de solidão e imprimir o já citado minimalismo ao game. É impressionante como observar apenas você(o Ico) e a Yorda num cenário aberto grande e belíssimo, o castelo, claramente abandonado, com apenas com os sons do mundo a sua volta te dê uma sensação de solidão e beleza fantásticas, uma experiência incrível e imersiva. A direção de arte do jogo é maravilhosa, com cenários grandes e uma paleta de cores bem sóbria, geralmente puxado pra tonalidades mais escuras, com grande abuso do cinza, cor das paredes do castelo, cenário do game.

Shadow Of The Colossus

Ocupando a, injusta na minha opinião, 44º posicão no Metacritics, com 91 de score, Shadow Of The Colossus, junto com God Of War, foi o motivo pra mim adquirir um PS2. A história, no caso a maneira como ela é contada, e a direção de arte de ambos os games se parecem, ainda mais o design gráfico, bem semelhante, embora ache o SOTC mais claro, com cores mais vibrantes. Na história, você é um héroi que tem de acordar uma princesa derrotando os guardiõe da terra, os colossos. Sinceramente não estudei as relações com a história do ICO, embora é provável que o protagonisa dos dois games, o Ico, seja o mesmo. O game se passa num mundo IMENSO, com diversos cenários diferentes, como ruínas, cidades abandonadas, desertos, lagos, montanhas, sendo um mundo bem maior que o castelo do ICO e com cenários bem mais variados, e sem a limitação de ter que passar por áreas lineares, embora, se não me engano, a história ainda seja um pouco linear, pois os colossos tem de ser derrotados em ordem específica. Os colossos são os "puzzles" do game, e, pra mim, os grandes destaques, pois são criaturas realmente gigantescas, colossos na melhor acepção da parada, com um design fantástico e criativo. São os puzzles pois cada um tem de ser derrotado de uma maneira específica, pois, embora todos sejam derrotados enfiando a espada que você carrega em marcas específicas no corpo deles, essas marcas estão escondidas e cada uma demanda uma maneira diferente para ser exposta. Derrotar um colosso é uma experiência única e gratificante, algo realmente indescrítivel, apenas quem fez sabe o quanto é bom. A trilha e os efeitos sonoros, embora repitam a trasmissão da sensação de vazio do ICO quando você está pelo mundo, quando a luta se inicia se transforma completamente. Se torna algo épico, majestoso, realmente representativo daquele embate. Pra mim, uma das melhores, quicá a melhor, trilha sonora da história dos games. Pra quem se interessa, a trilha sonora é o CD Roar Of The Earth, do Kow Otani. Antes de finalizar, não poderia deixar de citar o Agro, o seu cavalo negro. Num mundo tão grande como é o de SOTC, um meio de transporte é indispesável, e o escolhido para tal foi o cavalo Agro, carismático e sempre útil te levando para os locais do combate, sendo até utilizado em alguns, devido ao gigantismo dos colossos, que conseguem percorrer muito espaço facilmente. Agro é, junto com a sua espada e arco-e-flecha, as únicas coisas que te acompanham pela jornada através do game. Por juntar o melhor do ICO, ou seja, a direção de arte, a história aberta e o ambiente minimalista, como as batalhas épicas e puzzles que são os colossos, além de contar com uma trilha sonora sublime, é que o SOTC é um melhores jogos que já joguei até hoje, e o melhor pra mim do PS2 junto com os dois GoW.

E isso encerra o que era pra ser um post pequeno, mas ficou um pouco maior do que eu esperava, porque falar de ICO e SOTC sem empolgar é impossível, assim como impossível também é descrever a genialidade dos dois em palavras. Pra quem é fã de videogames e não jogou essas peças de arte digital, fica aqui minha recomendação para que o faça assim quer puder. Grande abraço a todos, e até a próxima.

Fonte: Eurogamer

domingo, 27 de junho de 2010

Hackers 3 X 0 Ubisoft - quebra de DRM no novo Prince of Persia


Como todos nós já esperávamos, houve mais uma quebra na proteção DRM (proteção da ubisoft para seus jogos de PC, que só permite ao usuario jogar se ele conectar a internet nos servidores da Ubisoft).

Dessa vez demorou demais pra quebrar a proteção, o que deve ter amenizado os prejuizos da Ubisoft com a pirataria!



A SKIDROW (grupo que faz esses cracks) tem se especializado em quebrar o DRM, e já invadiu a página da Ubisoft para ameaçar e informar que já tinham um crack para o jogo Assassins Creed 2

sábado, 26 de junho de 2010

O presidente da Nintendo e o mercado atual


O presidente da Nintendo, Satoru Iwata, em recente entrevista, deu a sua opinião sobre a atual configuração do mercado de games:

"Eu acredito que nós não devemos culpar a má fase na economia como a causa das baixas vendas de jogos eletrônicos. A verdadeira causa disso está relacionada à falta de grandes jogos em que todos gostariam de comprar."

"A coisa mais importante que devemos fazer é combater este problema fazendo jogos atraentes e promovendo boas vendas no fim do ano. Acho que toda a indústria deveria ser mais cuidadosa sobre como devemos agir e como o público em geral percebe isso.''

Concordo com o presidente da Nintendo. O grande problema da indústria atualmente são os padrões de design repetitivos, apresentando games genéricos, apenas com escopo de lucro. Há quem questione o foco em gêneros específicos, como FPS, mas pra mim, jogos como o Bioshock e Deus Ex, mostram que, quando o design é bem executado r combinado com uma boa idéia, grandes obras são feitas. Outro exemplo que me vem a mente é um game que eu também não joguei mais muito cultuado e que pretendo jogar ainda, o Half-Life 2. Porém, FPS é um gênero que vende. Por isso, muitas empresas acham que é só botar uma arma na mão de alguém num sistema de primeira pessoa pra se ter um jogo. Embora seja inegável que a boa vendagem que tem o gênero influêncie algumas decisões da indústria, inclusive o sacrilégio e dascabimento total que é fazer do grande clássico de estratégia X-Com um FPS, pra mim, como eu salientei e exemplifiquei, o problema é o desleixo de diversas empresas que hoje em dia trabalham apenas numa diretriz de lucro a qualquer preço, sem pensar na qualidade. Um exemplo patente de como algumas boas idéias estão sendo corrompidas e mal-executadas em favor de um design prosaico e desleixado, sem uma preocupação de oferecer um polimento no produto para lança-lo no mercado, em favor de um lucro mais fácil, é o Prototype. Prototype é um monumento a uma boa idéia extremamente mal-executada, por oferecer elementos de jogabilidade fantásticos totalmente nublados por uma história ridícula, cenários, inimigos e, principalmente, objetivos repetitivos e trilha sonora genérica. Por isso, como afirmei acima, é irretocável a opinião do presidente da Nintendo, empresa que, embora peque bastante na fiscalização do nível de qualidade de alguns produtos que licencia, tem como histórico um patamar de qualidade altíssimo.

Fonte: Finalboss

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Nintendo afirma estar insatisfeita com jogabilidade online de seus títulos.

Nintendo afirma estar insatisfeita com jogabilidade online de seus títulos


CEO da companhia explica que existe dificuldade em adaptar jogos antigos ao modo online, mas diz que títulos futuros passarão por avaliação para que quantidade não sobreponha qualidade
Novidades para o sistema online do console Wii podem estar chegando nos próximos meses, declarou o CEO da Nintendo, Satoru Iwata, ao afirmar que está insatisfeito com o serviço atual. Um dos motivos para a afirmação, de acordo com o CEO, é a dificuldade de adaptar títulos antigos à jogabilidade online.
A companhia vem se esforçando para introduzir o modo multiplayer online a seus games para o Wii. Porém, menos de uma dúzia de títulos que ela mesma desenvolve para o console possuem o modo de jogo online.
O CEO ainda afirma que está ciente de todos os comentários feitos com relação à Nintendo estar atrás das outras empresas do ramo quando a questão é modo de jogo multiplayer online. Porém, ele complementa que a companhia não está satisfeita com o que tem feito no mercado online, mas que há pretensões de melhorar este lado.
E quando o assunto são os títulos futuros, Iwata afirma que o foco é em qualidade, não em quantidade. Dessa forma, o CEO explica que os esforços serão feitos quando necessário, mas a jogabilidade online será decidida de acordo com cada produto.

Fonte: olhardigital


Já era tempo né galera, parece que a Nintendo está abrindo os olhos e vendo que os gamers que possuem um Wii tambêm querem jogar online!! Eles pudiam agora acabar com o tal do Friend Code e fazer um servidor dedicado ao Wii como o dos jogos da EA.
Abraço a todos e excelente jogatina galera!

Medal Of Honor

Operando diretamente sob a Autoridade de Comando Nacional (NCA), um grupo relativamente desconhecido de soldados escolhidos a dedo são chamados para operações que não podem conter erro. Estes homens são os Tier 1 Operators.
Mais de 2 milhões de soldados, marinheiros, aviadores e fuzileiros navais vestem o uniforme. Destes, cerca de 50 mil caem sob o controle direto do Comando de Operações Especiais (SOC). O Tier 1 funciona como um plano de existência para além até mesmo que os mais altamente treinados soldados das Forças de Operações Especiais. O numero exato de integrantes, estão abaixo das centenas. Eles vivem respirando instrumentos precisos de guerra e são altamente treinados a ultilizar violencia.



O novo Medal of Honor é inspirado e desenvolvido com um Tier 1 desta elite. Os jogadores entraram na pele destes guerreiros e aplicam suas habilidades unicas a inimigos no campo de batalha em condições hostis no Afeganistão dos dias atuais.

Há um novo inimigo. Há uma nova guerra. Há um novo guerreiro. Ele é o Tier 1.

O novo medalha de honra tem o lançamento marcado para 12 de outubro de 2010 para PC, Playstation 3 e Xbox 360, é aguardar agora o grande lançamento que com certeza promete!
Boa tarde a todos e exelente jogatina galera!


FInal Fantasy XIV diz adeus ao Xbox 360

Hiromichi Tanaka, produtos da Square Enix, confirmou ao site Eurogamer que a empresa não pretende mais lançar Final Fantasy XIV no Xbox 360. De acordo com Hiromichi, o motivo é a estrutura fechada da rede online da Microsoft que acabou se tornando um empecilho ao lançamento do game no console.

Ele comentou que: "A Live é diferente do ambiente normal da internet, e como nós queríamos colocar o jogo em um ambiente semelhante ao do PC e PlayStation 3, esta acabou sendo a nossa escolha". De acordo com ele, a Square Enix tentou discutir uma solução com a M$, mas que a empresa mostrou-se irredutível quanto às mudanças necessárias exigidas pela produtora que acabou por desistir do lançamento do game no xbox 360.

Yôichi Wada, presidente da Square Enix, afirmou recentemente que a emprese procura por ambientes online que permitam diferentes modelos de negócios e provavelmente estaria se referindo ao sistema de assinatura do jogo e a posterior venda de expansões.
Outro fator a ser lembrado é que toda alteração feita nos jogos lançados para o xbox360 precisam passar primeiro pelo controle interno da Microsoft, processo que muitas vezes acaba inviabilizando o lançamento de atualizações frequentes que é algo comum em games onlines como é Final Fantasy XIV.
É isso ae galera, parece que desta vez o Xbox360 infelizmente ficou fora da bocada da Square. E que seja um bom game para os amantes do console da Sony!
Um bom dia e exelente jogatina galera!


quinta-feira, 24 de junho de 2010

E3 2010...SONY

E3 da Sony tarda,mas não falha.


No ultimo dia da E3 veio a conferencia da Sony.Começou foda...mostrando um gameplay de Killzone 3 em 3D que também será compatível com o Playstation Move,em cenarios diferentes e novas armas.


Mas nem tudo foi perfeito na conferencia.A Sony insiste em cometer o mesmo erro ano após ano,que é:FICAR FALANDO HORAS!!!!Isso é um saco para qualquer fan de jogos.Algo que a Nintendo melhoro esse ano a Sony afundou, falando horas:quantos pessoas jogam online,quantos consoles venderam,os sonhos deles...Porra,não é isso que nós fans queremos.Mas enfim após horas de falação e após a apresentação de Killzone 3 entra um trailer intereçante mostrando vários jogos exclusivos e não exclusivos para o ps3.


Falação,falação...a sim...mais falação.Depois...ai sim, começam a mostrar o wiimontion...digo o Playstation Move.Pelas apresentações parece muito preciso e uma vantagem é que os dois controles Move não precisam de fios ligando os dois.Depois de mais falação mostraram o HarryPotter...digo...O Sorcery,jogo que utiliza o Move.Parece ser um jogo interessante,com o Move muito preciso,foi bem aplaudido.


Outro jogo utilizando o Move foi Tiger Woods PGA Tour11,jogo de golf,como não é a minha área vou deixar um vídeo e voceis tirem suas conclusões.


Mais sobre o Move,um jogo juntando 6 heróis do PS3, chamado Heroes on the Move.Jogo de aventura, bater e andar e plataforma.


Falação,falação...ai...ai entra muito aplaudido Kevin Butler,garoto(nem tão garoto)propaganda da Sony arrancando muitas risadas e aplausos falando sobre GAMES(jogos).


Após isso sai a data do Playstation Move que será final de Setembro para América do Norte e Europa e em Outubro para o Japão.Por simples $80,00 dólares você compra os dois controles Move.Vários outros jogos foram anuciados com o utilizo do Move.


Mostraram um novo garoto propaganda da sony falando do psp,outro que arrancou risos do pessoal.Junto com isso a Sony começa a fala de seu portatel,mostrando novos jogos como:God of War the Ghost Sparta,Metal Gear Peace Walker e o Ivizimals que usa uma espécie de camera que conecta em cima do psp,entre outros.


Após o PSP vem a Playstation Network com vários conteúdos a mais incluindo um muito interessante de: você pelo seu PS3 entrar na conferiencia da E3 visitando todas as estandes e as apresentações ao vivo.

Outro grande jogo fala foi Little Big Planet 2 muito esperado pelos fans,agora com novos modos , cenários e personagens,

Agora...voce que sofre de insónia veja a E3 da Sony,porque oque ja estava capengando vai cair de vez.A sony anuncia o Playstation plus, serviço de assinatura para mais conteúdos onlines e packs especiais para jogos.Outros grandes jogos foram anunciados,mas só pequenos teasers,sem gameplay como:Infamous 2,Assassin Creed Brother,Dead Space 2,Medal of Honor,Portal 2,entre outros.Grandes surpresas no final acordaram os ouvintes com a data oficial de Grand Turismo 5, que será 2 de Novembro.E um novo Twisted Metal,com varios modos onlines,novos carros e helicopteros quase explodindo o palco da E3.


A Sony tem muito a melhorar para o proximo ano, mostrar mais gameplay em vez de videos trailer,acabar com a FALAÇÃO e investir em seus classicos, que tem dado muito certo para a Nintendo.Com uma apresentação "montanha russa" a Sony sai do palco como a pior das tres grandes apresentações.