terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Burning Fingers: Braid




Eleeee voltouuu!!! O primeiro bloco do Jogamus está de volta, reformulado, remasterizado, versão HD, sangue nos olhos e soro na veia. Para a galera new generation, que chego agora, o Burning Fingers é o quadro onde escolhemos jogos conhecidos como: impossíveis, dificil pracas, criações de belzebu, prole do capiroto, detentor da maldade, dark souls, apelão, entre vários outros nomes, para indicarmos aos nssos leitores, bebedores de toddynho gelado.

Para reabrirmos esse bloco com chave de ouro, tragos um dos jogos de puzzel mais doce e encantador (enquanto voce ainda não jogou o controle na tv), chamado Braid. Então peguem seus remédios de pressão alta e vamos debulhar nessa analise desse maravilhoso indie game. Lembre-se que agora temos nota ao final da review, variando sempre de 0 a 5.




Braid é um jogo indie que na época de seu lançamente, abril de 2009, fez muito sucesso. Vários foram os fatores para tamanho assombro, principalmente em se tratando de um jogo de baixo orçamento e equipe. Vamos ressaltar três que iram marca você durante todo o jogo: a trilha sonora, o enredo e a jogabilidade.

No jogo você vive o personagem principal chamado Tim. Você começa em uma especie de rua que te leva à sua casa. Nela existem 4 cômodos e um sótão. Em cada lugar existe um quebra cabeça que Tim tem que completar. A história como vocês verão é muito simbólica. Desde o começo o jogador está junto com Tim para resgatar uma princesa e tentar entender o que aconteceu com ele. Toda a construção da história é linda, com um plot twist atrás do outro. A incerteza do roteiro trará uma experiência única para cada jogador. Com certeza muitos de vocês terão visões diferentes da mesma história. 

A trilha sonora será algo que marcará o jogo. Simples mas pontual, com pequenos tons de violino e violoncelo, a musica te pega na mão e te transmite cada emoção que o jogo quer passar. Seja no tom mais tranquilo e grave da casa principal, na solidão do personagem, até às primeiras fases com o violino mais ritmado e agudo, chamando o jogador para a aventura. Chega a ser impressionante o apego desenvolvido por um personagem que não fala, mas te faz sentir tudo.

Concluindo nossa analise não poderia faltar a jogabilidade, obvio. O que trás Braid ao hall dos fodas do Burning Fingers é sua mecânica de puzzels usando o tempo. Sim, você usa literalmente o tempo, seja avançando ou voltando. Cada comodo da casa terá uma porta que te levará para vários mundos. Cada mundo utilizará o fator tempo de formas variadas. Em todas as fases a pessoa tem que, ainda, pegar todas as peças do quebra cabeça, pois só assim avançará para os próximos quartos. O jogo possui o formato 2D mas com profundida, conhecido como 2,5D, sendo seu estilo o famoso "jogo de plataforma". Simples e perfeito, nada mais nada menos.








Braid é um poema em seu enredo, trilha sonora digna de orquestra, e, o que não poderia faltar nesse bloco específico, é difícil pra caramba. Quando você acabar o jogo e encontrar seu amigo nerd sem alma ele vai te pergunta : "e ae pegou as estrelas também manolo?" e você indagará "Du que ele tá falando?!".

Curtiu o Burning Fingers? Não deixem de acessar o site Jogamus todas as terças a partir do 12:00 horas.

Nota:  5,0 band aid. Simples e preciso em cada aspecto.

Um comentário:

  1. Adorei a reestreia do bloco, texto ficou excelente e o jogo é realmente desafiador e envolvente! Abraço!

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