terça-feira, 3 de março de 2015

Burning Fingers : Ikaruga

Cristo do céu. Essa semana coleguinhas o Burning Fingers faz um cross over com o Rise from your Grave. Para quem já conhece imagino estarem prevendo os pesadelos, mas para os recentes padawans aconselho ler com a mãe ao lado. Hoje, com vocês, Ikaruga.


Ikaruga foi lançado em 2001 pela Tresaure. Inicialmente sendo somente para acardes, acabou mais tarde chegando ao Dreamcast e o Game Cube. Conhecido pelo nome popular de "jogo de navinha", pela primeira vez no Burning Fingers temos um dos gêneros mais difíceis, chamados de Bullet Hell. Para os não entendidos nas manhas do inglês, Bullet Hell significa "inferno de balas". Para aqueles que ainda têm duvida como isso acontece, olhe abaixo.


A trama desses estilos de jogos, arcades, só servem como plano de fundo, nem aspecto de ambientação conseguem promover. Para quem não conhece os jogos arcades eles tende a ser bem mais dinâmicos, com um foco ínfimo na história. Mesmo adaptado aos consoles Ikaruga, ainda assim, não desenvolve a sensação de mundinho tão conhecida pelos jogos tradicionais. Enquanto a história não foi explorada, a trilha sonora por outro lado não deixa a desejar. Embalada por uma opera espacial, a musica mistura um tema eletrônico, com violinos e orquestra. Retoma ao jogador o aspecto épico passado pelo jogo.

A jogabilidade é muito bacana. Você irá controlar uma pequena nave em meio ao inferno a sua frente. Nela o jogador pode alterar entre escudo azul/branco e vermelho/preto. O escudo também reflete a cor de seus tiros, escudo azul atira azul, escudo vermelho atira vermelho. Sua cor é imune a ela mesma, onde tiros azuis não matam escudo azul, e assim por diante. A simplicidade do jogo te da um tapa na cara ao entrar em ação. Você se verá, constantemente, em meio a muitos tiros, mas muitos mesmo.








Para ajudar nas fases o seu escudo, ao absorver os tiros, ele energiza. Com o tempo ele poderá liberar um tiro especial, que ajudará bastante. No entanto, como nem tudo são flores, ao jogar na dificuldade "macho pra carai", o jogo sacaneia sua percepção, onde tiros azuis são absorvidos por escudos vermelhos. O nó é tão grande que fica impossível não morrer, muitas vezes, nas primeiras jogadas. 

Ikaruga é um jogo que tenho a falta de vergonha na cara de dizer que nunca zerei. Ele é muito apelão. São necessários anos de treino para passar de algumas fases. Em qualquer reviwe na internet, ou em qualquer Top 10 que não aparece Ikaruga, não merece nosso respeito. O Hall da Fama aguarda aqueles que conseguirem acabar esse jogo.

Nota: 3,5 controles quebrados. Inomináveis os horrores desse jogo.

2 comentários:

  1. Esse aí é doidera! O jogo mais difícil que já joguei.

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  2. Eu duvido que alguém tenha zerado isso ai. E se zerou eu exijo antidoping.

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